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Definição de um ciber ataque

Um ciber ataque ocorre quando ciber criminosos, hackers ou outros adversários digitais acessam uma rede ou sistema de computador, geralmente com o propósito de alterar, roubar, destruir ou expor informações.

As vítimas dos ciber ataques são as mais diversas, de usuários individuais a empresas e até governos. Ao atacar empresas ou outras organizações, o objetivo dos hackers geralmente é acessar recursos confidenciais e valiosos, tais como propriedade intelectual (PI), dados de clientes ou informações de pagamento.

Nos últimos anos, os ciber ataques têm se tornado cada vez mais sofisticados, o que intensifica a necessidade de uma estratégia e de ferramentas de cibersegurança abrangentes. A transição para a nuvem e a proliferação de dispositivos conectados são dois fatores cruciais que impulsionam as organizações a modernizar e fortalecer suas capacidades de segurança digital.

Expert Tip

Se você representa uma pequena ou média empresa, acesse estatísticas atuais e entenda bem os motivos pelos quais uma organização como a sua pode estar em risco de sofrer ciber ataques

Acesse: ciber ataques mais comuns em PMEs

Quais são os tipos mais comuns de ciber ataque?

As ameaças à cibersegurança podem assumir muitas formas. Aqui, vamos falar sobre cinco tipos comuns de ciber ataque:

Malware

Malware — ou software malicioso — é qualquer programa ou código que seja criado com a intenção de causar danos a um computador, servidor ou rede. Nos ataques de malware, hackers podem adotar técnicas de phishing ou abusar de vulnerabilidades de rede para acessar o sistema.

Ransomware

Ransomware é um tipo de malware que impede que usuários legítimos acessem seus sistemas, exigindo o pagamento de um resgate para restaurar o acesso. Um ataque de ransomware é projetado para explorar vulnerabilidades do sistema e obter acesso à rede. Depois que um sistema é infectado, o ransomware permite que os invasores bloqueiem o acesso ao disco rígido ou criptografem arquivos no computador.

Phishing

Phishing é um tipo de ciber ataque que usa e-mail, SMS, telefone ou mídia social para induzir a vítima a compartilhar informações pessoais — como senhas ou números de conta — ou a baixar um arquivo malicioso que vai instalar diversos vírus no seu computador ou telefone.

Ataques man-in-the-middle (MITM)

Um ataque man-in-the-middle (MITM) é um tipo de ciber ataque no qual um ator malicioso escuta uma conversa entre um usuário da rede e uma aplicação da Web. O objetivo desses ataques é coletar secretamente informações, como dados pessoais, senhas ou dados bancários, e/ou se passar por uma parte para solicitar mais informações ou estimular uma ação.

Ataques de negação de serviços (DoS)

Um ataque de negação de serviços (DoS) é um ataque malicioso e direcionado que inunda uma rede com solicitações falsas, a fim de interromper as operações comerciais. Em um ataque de DoS, os usuários não conseguem executar tarefas rotineiras e necessárias, como acessar e-mails, websites, contas on-line ou outros recursos que são operados por um computador ou rede comprometidos. Embora a maioria dos ataques de DoS não resultem em perda de dados e normalmente sejam resolvidos sem pagamento de resgate, eles custam à organização tempo, dinheiro e outros recursos para restaurar operações comerciais críticas.

Saiba mais

Hackers sempre usam técnicas novas e criativas para modificar, roubar ou apagar dados. Para ficar por dentro e ler sobre todos os tipos de ciber ataques que você precisa conhecer, confira esta postagem:

Os 10 ciber ataques mais comuns

Quem está por trás dos ciber ataques?

Um ator de ameaças, também conhecido como ator malicioso, é qualquer pessoa ou entidade que cause danos intencionalmente na esfera digital. Essa pessoa explora as fragilidades de computadores, redes e sistemas para realizar ataques disruptivos contra indivíduos ou organizações.

A maioria das pessoas já conhece o termo “ciber criminoso”. O termo ator de ameaças inclui os ciber criminosos típicos e diversos outros. Hacktivistas (hackers ativistas), terroristas, contatos internos (insiders) e até mesmo trolls da Internet são considerados atores de ameaças.

Relatório Global de Ameaças 2025 da CrowdStrike

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Confira abaixo alguns exemplos recentes de ciber ataques que representaram os maiores riscos de segurança digital:

Ataque de criptomineração Lemonduck

O recente boom das criptomoedas impulsionou os preços a níveis recordes nos últimos anos. Como consequência, as atividades de cripto mineração aumentaram significativamente, com a promessa de gerar lucro imediato. LemonDuck, um botnet de criptomineração amplamente conhecido, direcionou ataques ao Docker com o objetivo de minerar criptomoedas em sistemas Linux.

Leia mais sobre o ataque aqui: Botnet LemonDuck alveja o Docker para operações de cripto mineração >

Vulnerabilidade da Follina

A vulnerabilidade da Follina, classifica como de dia zero, pode ser invocada por meio de documentos infectados do Office, arquivos Rich Text Format (RTF), XML e HTML. A plataforma CrowdStrike Falcon® protege clientes contra as tentativas atuais de exploit da Follina usando indicadores de ataque (IOAs) baseados no comportamento. Conforme descrito neste blog da CrowdStrike sobre a Follina, o sensor Falcon adota uma lógica de detecção e prevenção que lida com a exploração dessa vulnerabilidade.

Vulnerabilidade do Log 4j2

O Log4j2 é um framework de registros baseado em Java e de código aberto que é comumente incorporado em servers Apache da Web. Entre o fim de novembro e o começo de dezembro de 2021, uma vulnerabilidade crítica (CVE-2021-44228) que impactou a utilidade Log4j2 foi relatada, resultando em diversas correções e revisões de código por parte do fabricante.

Saiba mais sobre a vulnerabilidade aqui: Vulnerabilidade do Log4j2 “Log4Shell” (CVE-2021-44228) >

Ataque de ransomware da PartyTicket

Em 23 de fevereiro de 2022, ataques de alto poder destrutivo foram realizados contra entidades ucranianas. Os relatórios da indústria apontaram que o ransomware baseado em Go chamado PartyTicket (ou HermeticRansom) foi identificado em diversas organizações. Uma análise do ransomware PartyTicket indica que ele criptografa arquivos superficialmente e não inicializa a chave de criptografia apropriadamente, criando o arquivo criptografado com a extensão .encryptedJB associada recuperável.

Leia sobre o ataque aqui: PartyTicket Ransomware Reportedly Targeting Ukrainian Entities >

Formas de impedir um ciber ataque avançado

Proteger os ativos digitais da sua organização tem o benefício óbvio de reduzir o risco de perda, roubo ou destruição, assim como a potencial necessidade de pagar um resgate para ganhar o controle de dados ou sistemas da empresa. Confira algumas práticas recomendadas para ter em mente ao se proteger contra ciberameaças:

  • Entender as ciberameaças: fique por dentro das táticas de ciberameaça mais recentes e não clique em links suspeitos.
  • Tenha redes seguras: evite redes Wi-Fi públicas. Nelas, ciber criminosos podem saber por onde você navega. Em vez disso, instale uma rede privada virtual (VPN) para garantir uma conexão segura com a Internet.
  • Instale software de segurança: proteja todos os dispositivos com software de segurança e não se esqueça de mantê-lo atualizado.
  • Treine seus funcionários: forneça treinamento aos funcionários da sua organização para que eles saibam mais sobre táticas de ciber ataques e as práticas recomendadas.

Para reduzir os danos de ciber ataques, adote estas práticas recomendadas:

  • Fazer backup dos seus dados: salve seus arquivos importantes na nuvem ou em um disco rígido externo. Caso você tenha sido vítima de um incidente de ransomware, limpe seu dispositivo e o reinstale com base no backup.
  • Proteger seus dados de backup: atores de ameaças costumam ir atrás de backups de dados para criptografar e excluir no ataque. Certifique-se de fazer backup dos seus dados importantes em um local diferente do sistema onde os dados são usados.
  • Instalar software de segurança: uma solução de proteção de endpoint pode detectar ciberataques e interromper a criptografia de arquivos na sua rede antes de a ameaça se propagar.

Solução de prevenção de ciber ataques da CrowdStrike

Uma estratégia abrangente de cibersegurança é absolutamente essencial no mundo conectado de hoje. A arquitetura de agente leve e exclusivo da plataforma CrowdStrike Falcon® previne ataques a endpoints dentro ou fora da rede. A equipe de especialistas da CrowdStrike pesquisa, investiga e aconselha proativamente sobre atividades em seu ambiente para garantir que as ciberameaças não passem despercebidas.

Funcionalidades principais:

Antivírus de última geração com tecnologia de IA

Falcon Prevent protege contra todo o espectro de ameaças sem precisar de atualizações diárias. As melhores tecnologias de prevenção, como machine learning, IA, indicadores de ataque (IOAs), bloqueio de exploits e muito mais são combinados para interromper ataques sem arquivo, de ransomware e livres de malware.

EDR inteligente

Falcon Insight impede falhas silenciosas, porque captura eventos brutos para detecção automática de atividades maliciosas, fornecendo uma visibilidade incomparável, investigação de ameaças proativa e capacidades de investigação forense.

Inteligência de ameaças líder da indústria

Com o CrowdStrike Falcon® Intelligence fica fácil entender as ameaças de um ambiente e a capacidade de investigar incidentes automaticamente e acelerar a triagem e a resposta de alertas. O CrowdStrike Falcon® Intelligence determina automaticamente o escopo e o impacto das ameaças encontradas no seu ambiente.

Kurt Baker é o Diretor Sênior de Marketing de Produtos da Falcon Intelligence na CrowdStrike. Ele tem mais de 25 anos de experiência em cargos de liderança sênior, especializando-se em empresas de software emergentes. Tem experiência em inteligência de ciberameaças, análise de segurança, gerenciamento de segurança e proteção avançada contra ameaças. Antes de ingressar na CrowdStrike, Baker trabalhou em cargos técnicos na Tripwire e foi cofundador de startups em mercados que vão desde soluções de segurança empresarial até dispositivos móveis. É bacharel em Letras pela Universidade de Washington e agora mora em Boston, Massachusetts.