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Introdução à integração de dados

A integração de dados trata da coleta, da normalização e do enriquecimento de dados para uso em sistemas de gerenciamento e correlação de eventos de segurança (SIEM). A devida integração de dados é fundamental para que um sistema de SIEM seja eficiente no monitoramento, na investigação e na resposta a atividades anômalas, especialmente se considerarmos o volume potencialmente grande de dados de log de segurança.

Nesta publicação, saberemos o que a integração de dados envolve. Conheceremos alguns desafios e a importância da integração de dados com relação às tecnologias de SIEM de última geração.

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O que é integração de dados?

No sentido geral, a integração de dados é o processo sistemático de importar, processar e integrar dados em um novo sistema. O foco deste artigo é a cibersegurança, por isso, abordaremos a integração de dados especificamente com relação à preparação e integração de dados de diversas fontes em um sistema de SIEM.

Principais objetivos

Os principais objetivos da integração de dados são:

  • Integração: incorporação de diversos tipos de dados de várias fontes no sistema de SIEM.
  • Normalização: conversão de dados em um formato comum para fins de consistência e facilidade de análise.
  • Enriquecimento: adição de contexto útil aos dados — como inteligência de ameaças — para que eles sejam mais úteis à análise de segurança.

Processo e ciclo de vida

A integração de dados envolve o encadeamento de vários processos essenciais:

1. Coleta: reunião de dados de várias fontes. Exemplos de fontes: dispositivos de rede, servidores, aplicações e mais.

2. Validação: garantia de precisão e completude dos dados coletados.

3. Transformação: modificação dos dados para que atendam aos requisitos operacionais do sistema de SIEM. Isso pode envolver a reformatação ou a limpeza dos dados.

4. Integração: carregamento dos dados processados no SIEM para uso em iniciativas contínuas de monitoramento e resposta de segurança.

Desafios da integração de dados

Os principais objetivos e processos da integração de dados são simples. No entanto, os desafios são comuns para a maioria das empresas. Vamos examinar cada um mais detalhadamente.

Volume

Lidar com volumes massivos de dados de log é um grande desafio. À medida que sua organização gera dados de várias fontes — como dispositivos de rede, servidores, aplicações e endpoints — é possível que o volume de dados diários alcance ou ultrapasse os terabytes. Como processar e armazenar esses dados com eficiência, sem perder informações críticas ao longo do caminho? A solução desse problema é essencial para a manutenção de operações eficazes de segurança.

Velocidade

Nas aplicações modernas, os dados do log de segurança podem ser gerados a velocidades incríveis, uma vez que os componentes da aplicação e da infraestrutura geram constantemente dados que podem ser úteis para as operações de um SIEM. No entanto, como os dados são gerados rapidamente, o processamento deles pode criar gargalos.

O processamento de dados em tempo real é essencial para detectar e responder a incidentes com agilidade. Atrasos na coleta e na validação de dados podem resultar na não detecção de ameaças e em tempos de resposta mais lentos, comprometendo sua postura de segurança.

Variedade

Os dados de segurança também podem vir em variados formatos. Bancos de dados podem gerar dados estruturados, e os logs podem ter dados semiestruturados. Enquanto isso, e-mails e documentos podem conter dados não estruturados. Cada tipo de dados requer uma técnica de processamento diferente para sua correta integração em sistema de SIEM. O desafio central é a padronização desses dados diversificados a fim de assegurar uma análise e uma correlação precisas. 

Veracidade

Por fim, devemos considerar o desafio de garantir a precisão e a integridade dos dados recebidos. Dados imprecisos ou incompletos podem resultar em falso-positivos, o que desperdiça recursos, pois você encontra ocorrências que não são eventos ou deixa passar detecções. Tudo isso pode fazer com que ameaças passem despercebidas. 

Resolver esses desafios é essencial para que sua organização tenha uma integração de dados eficaz e aproveite integralmente o sistema de SIEM.

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Integração de dados no contexto da cibersegurança

A integração de dados de segurança inclui determinadas necessidades específicas e exclusivas da cibersegurança, dentre elas:

  • Relevância para a segurança: para focar em ameaças genuínas, integre apenas os dados de segurança relevantes.
  • Pontualidade: os dados devem estar disponíveis em tempo real, para detecção imediata de ameaças.
  • Integridade: a integridade de dados deve ser mantida, e as informações confidenciais devem ser protegidas.

A integração de dados desempenha um papel crucial na detecção e na resposta a ameaças. Felizmente, integrações predefinidas com dados-chave ajudam a otimizar o processo de integração de dados, reduzindo tanto o custo quanto a complexidade. A integração direta de dados-chave (endpoints, ambientes na nuvem e identidade) na plataforma de SIEM pode ajudar a eliminar a necessidade de encaminhar esses dados para uma plataforma separada ou pagar para ingerir e armazenar esses dados duas vezes.

A efetividade da cibersegurança depende de processamento em tempo real dos dados de segurança. Ao escolher uma solução de SIEM — e sua subsequente estratégia de integração de dados — procure minimizar a latência para acelerar o processamento de dados e a detecção de ameaças em tempo real. Uma arquitetura sem índice, como a do CrowdStrike Falcon® Next-Gen SIEM, oferece isso.

O enriquecimento de dados também é importante, uma vez que a adição do contexto da inteligência de ameaças pode simplificar drasticamente a investigação de ameaças. Isso tornará seus dados mais acionáveis para os analistas de segurança.

SIEM e integração de dados de última geração

A tecnologia de SIEM de última geração eleva as capacidades tradicionais de SIEM a um novo nível, com processamento em tempo real, análise avançada e detecção de ameaças orientada por IA. Os SIEMs de última geração são capazes de processar grandes volumes de dados de modo eficiente, oferecendo mais precisão e agilidade na detecção e na resposta a ameaças.

Sendo a integração de dados tão essencial, o CrowdStrike Falcon Next-Gen SIEM otimiza esse processo com integrações pré-configuradas e normalização automatizada de dados. As organizações podem garantir a eficiência na coleta, na normalização e no enriquecimento de dados diversos, quase imediatamente.

Efetiva integração de dados no CrowdStrike Falcon® Next-Gen SIEM

A efetiva integração de dados é fundamental para uma robusta cibersegurança e traz eficiência para o monitoramento, a detecção, a investigação e a resposta. Tecnologias de SIEM de última geração, como o CrowdStrike Falcon® Next-Gen SIEM, simplificam e aprimoram esse processo com processamento e análise avançada em tempo real.

O CrowdStrike Falcon® Next-Gen SIEM, juntamente com o CrowdStrike® CrowdStream, revoluciona a integração de dados para os engenheiros de segurança. Essas ferramentas oferecem integrações pré-configuradas e normalização automatizada de dados, eliminando a necessidade de configurações complexas e reduzindo a latência. Os engenheiros de segurança são beneficiados por uma configuração pronta para uso, perfeita integração de dados e visibilidade em tempo real. Dessa forma, conseguem se concentrar na detecção e na resposta a ameaças, em vez de gerenciar pipelines de dados​.

O uso de soluções avançadas de integração de dados em sistemas de SIEM traz benefícios significativos, como melhoria da postura de segurança, eficiência operacional e bom custo-benefício. Saiba mais como o CrowdStrike Falcon® Next-Gen SIEM consegue transformar suas operações de segurança.

Kasey Cross é Diretora de Marketing de Produtos da CrowdStrike, onde está ajudando a criar o Centro de Operações de Segurança (SOC, na sigla em inglês) nativo de IA com SIEM de última geração. Ela tem mais de 10 anos de experiência em cargos de marketing em empresas de cibersegurança, incluindo Palo Alto Networks, Imperva e SonicWALL. Também foi CEO da Menlo Logic e liderou a empresa durante sua aquisição bem-sucedida pela Cavium Networks. Cross formou-se pela Universidade Duke.