O guia completo do SIEM de última geração
O guia completo do SIEM de última geração
Criar um Centro de Operações de Segurança (SOC, na sigla em inglês) não é algo simples, mas mantê-lo é ainda mais difícil. A seguir, abordamos as quatro práticas recomendadas do SOC que toda organização deve buscar.
1. Começar pela estratégia
O primeiro passo para estabelecer o SOC de uma organização é definir uma clara estratégia que esteja alinhada às metas comerciais dela. Esse processo deve incluir uma avaliação em toda a empresa, durante a qual a equipe fará o inventário dos ativos e recursos existentes, e também identificará lacunas ou possíveis vulnerabilidades na empresa que podem ser exploradas pelos adversários.
Outro aspecto-chave do planejamento estratégico é o desenvolvimento de um conjunto claro e abrangente de processos que orientará a equipe do SOC sobre todas as formas de operação, incluindo monitoramento, detecção, resposta e relatórios.
Dada a crescente complexidade do cenário de ameaças, as organizações provavelmente precisarão revisar e atualizar constantemente sua estratégia e seus processos, considerando os novos riscos. Da mesma forma, a organização como um todo deve conhecer as operações básicas e as práticas recomendadas de segurança para ajudar a preservar a integridade e o desempenho gerais da empresa.
2. Habilitar a visibilidade em toda a organização
O SOC é capaz de proteger apenas os próprios ativos. Ao mesmo tempo, qualquer dispositivo pode comprometer a segurança da rede. Portanto, é fundamental que o SOC identifique todos os ativos digitais — incluindo redes, bancos de dados, dispositivo/endpoints, sites e armazenamentos de informações — e incorpore seus respectivos logs de dados em uma única função de monitoramento e análise. Também é importante mapear o uso de serviços de terceiros e o fluxo de tráfego entre os ativos, uma vez que as ameaças podem ser provenientes dessa atividade.
A criação dessa visibilidade de ponta a ponta não apenas ajudará a proteger cada ativo individualmente, como também criará uma visão completa do comportamento típico e das atividades da organização. Isso facilita para as tecnologias e ferramentas de segurança identificar e priorizar riscos, bem como recomendar futuras ações de remediação.
Expert Tip
Muitos SOCs enfrentam desafios em termos de volume, complexidade, habilidades e custo.
3. Estabelecer a stack de tecnologia
O SOC não é um ativo isolado, mas uma combinação de pessoas, processos e tecnologias que operam juntos para proteger e defender a organização. No aspecto da tecnologia, existem muitos componentes críticos que formam a espinha dorsal digital do centro de segurança. Dentre eles:
- Um sistema de gerenciamento e correlação de eventos de segurança (SIEM), que agrega e correlaciona dados dos feeds de segurança da rede e do dispositivo
- Sistemas digitais de avaliação e monitoramento, que detectam atividades ou comportamentos anômalos
- Ferramentas de prevenção, como firewalls ou software antivírus
- Ferramentas de detecção de ameaças, que usam inteligência artificial (IA) e machine learning (ML) para reconhecer atividades suspeitas e escalá-las para investigação dentro do SOC
- Capacidades de resposta a ameaças com automação inteligente para responder automaticamente a ameaças de segurança de baixo nível e incidentes de rotina
Devido à natureza avançada do cenário de ameaças e à complexidade das operações de negócios globais, as organizações precisam aproveitar as mais recentes tecnologias digitais para estar um passo à frente dos ciberadversários. Soluções de segurança de última geração baseadas na nuvem têm um papel importante, pois permitem que a organização implemente rapidamente ferramentas para se atualizar a se adaptar às novas ameaças. A plataforma CrowdStrike Falcon®® é uma solução nativa em nuvem que oferece visibilidade e segurança contínuas em tempo real para os ativos da organização. Essa solução combina vários dos principais aspectos de um SOC, bem como uma equipe dedicada para responder e gerenciar as ameaças mais sofisticadas.
4. Combinar automação inteligente e recursos humanos para responder às ameaças

Os SOCs mais maduros usam uma combinação de automação de inteligência de ameaças e supervisão humana para gerenciar a segurança. Geralmente, as ferramentas de monitoramento e detecção de ameaças formam a primeira linha de defesa, identificando riscos e os priorizando. Ameaças de nível relativamente baixo podem ser solucionadas pela automação, enquanto riscos mais avançados requerem intervenção humana. Ao combinar profissionais de segurança altamente capacitados com soluções de IA, as organizações conseguem não só garantir a segurança de sua rede e de seus ativos, mas também fazer isso com prazo, custo e esforço mínimos.
Os avanços tecnológicos continuam aumentando a precisão das ferramentas de detecção e sua capacidade de avaliar cada risco. Além disso, assim como qualquer ferramenta de IA e ML, as ferramentas usadas na cibersegurança melhoram com o passar do tempo e aproveitam os crescentes volumes de dados para compreender melhor as atividades de referência e detectar anomalias. Os sistemas de automação mais avançados usam análise comportamental para "ensinar" essas ferramentas a diferença entre operações regulares de rotina e ameaças reais, liberando as equipes humanas para se concentrar no trabalho de maior prioridade.
Avaliações do Centro de Operações de Segurança (SOC)
Quando estamos mergulhados em uma rotina diária de fadiga de alertas, é difícil perceber as lacunas que podem existir. Além disso, o simples fato de acompanhar tendências, tecnologias, processos e inteligência de ameaças mais recentes é um luxo para o qual poucos profissionais têm tempo.
A Avaliação de SOC da CrowdStrike ajuda as organizações a entender rapidamente como amadurecer suas capacidades de monitoramento de segurança e resposta a incidentes (IR) e elevar o nível delas.
A Avaliação do SOC inclui:
- Workshops de engajamento: em workshops interativos, os especialistas da CrowdStrike reúnem informações sobre suas operações existentes no SOC e compartilham práticas recomendadas.
- Relatórios avançados: você recebe um relatório detalhado e personalizado com base em workshops, análise de documentação e discussões de acompanhamento.
- Áreas priorizadas para melhoria: a avaliação inclui um roteiro de recomendações priorizadas que fortalecerá e capacitará o SOC a detectar e responder efetivamente aos incidentes de cibersegurança.
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Eleve sua cibersegurança com o CrowdStrike Falcon®, a principal plataforma nativa de IA para SIEM e gerenciamento de log. Experimente registro de log de segurança em uma escala de petabytes, optando por nativo em nuvem ou implementação auto-hospedada. Registre seus dados com uma arquitetura avançada e livre de índices, sem gargalos e que permite investigação de ameaças com mais de 1 PB de ingestão de dados por dia. Assegure capacidades de pesquisa em tempo real para superar os adversários, atingindo latência de menos de um segundo para consultas complexas. Aproveite uma visibilidade completa, consolidando os dados para quebrar silos e possibilitar que as equipes de segurança, TI e DevOps investiguem ameaças, monitorem o desempenho e garantam a conformidade perfeitamente em 3 bilhões de eventos e em menos de um segundo.