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Introdução às vulnerabilidades de aplicações

A nuvem é uma parte crítica do plano de transformação digital de quase todas as organizações. No entanto, embora ofereça flexibilidade, escalabilidade e agilidade às empresas, a nuvem também aumentou os riscos de cibersegurança.

Com a introdução da nuvem, as organizações expandiram sua superfície de ataque exponencialmente. Enquanto isso, a baixa visibilidade e as estratégias fragmentadas dificultam a proteção desse novo ambiente.

Proteger a nuvem requer um modelo de segurança diferente daquele que protege um ambiente local típico. Ao mesmo tempo, as organizações devem continuar a adotar uma abordagem multifacetada que proteja todos os componentes do ambiente de nuvem, sejam endpoints, workloads, redes ou aplicações. Isso é crucial para proteger dados e garantir a continuidade operacional.

Nesta publicação, focamos em como as organizações podem melhorar a postura geral de segurança na nuvem por meio de uma melhor compreensão das vulnerabilidades das aplicações . Aqui discutiremos a natureza desse risco, como ele se manifesta, as melhores práticas e ferramentas para ajudar a proteger a organização e as tecnologias que estão revolucionando essa capacidade.

O que é uma vulnerabilidade de aplicação?

Uma vulnerabilidade de aplicação é uma lacuna, falha ou fraqueza no código da aplicação que pode ser explorada por um adversário. Assim como outras vulnerabilidades, aquelas que afetam aplicações servem como uma porta de entrada para a rede e os sistemas da organização, permitindo que um ator malicioso promova um ciberataque.

Ao contrário das aplicações de software tradicionais, as aplicações de hoje são conectados por meio de várias redes e também pela nuvem. Isso os deixa expostos a um grande número de ameaças e vulnerabilidades na nuvem.

Na nuvem, o gerenciamento de vulnerabilidades enfrenta desafios únicos que não se aplicam às configurações locais tradicionais. Mais notavelmente, os serviços de nuvem estão em constante mudança; as equipes de TI estão constantemente provisionando e desprovisionando recursos para atender às necessidades de escalonamento. Esses ambientes também são dinâmicos, com serviços e configurações que mudam frequentemente. Dessa forma, as equipes de segurança exigem um alto nível de automação para gerenciar tarefas de rotina, bem como forte integração com outros elementos da estratégia de segurança para rastrear e proteger ativos de forma eficaz.

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Relatório sobre o estado da segurança de aplicações de 2024

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Tipos de vulnerabilidades de aplicações

Qualquer falha ou fraqueza no código de uma aplicação, não importa quão pequena ou aparentemente insignificante, é explorável. Nesta seção, exploramos algumas das vulnerabilidades de aplicações mais comuns encontradas em ambientes de nuvem, embora esta certamente não seja uma lista exaustiva.

  • Injeção de SQL: uma injeção de SQL é um ciberataque que injeta uma sequência de código SQL malicioso em uma aplicação, permitindo que o invasor acesse ou modifique um banco de dados. (SQL é uma linguagem usada em programação desenvolvida para dados em um sistema de gerenciamento de fluxo de dados relacional.)
  • XSS (Cross-Site Scripting): cross-site scripting é um ataque de injeção de código no qual um adversário insere código malicioso em um website legítimo. O código então é lançado como um script infectado no navegador da vítima, permitindo que o invasor roube informações confidenciais ou se passe pelo usuário.
  • Autenticação quebrada: a autenticação quebrada ocorre quando um invasor cibernético consegue autenticar a identidade de um usuário real ou contornar métodos de autenticação para obter acesso ao sistema por meio de credenciais, chaves de segurança ou senhas comprometidas. Ao assumir a identidade e as permissões de um usuário aprovado, o invasor cibernético geralmente consegue se movimentar livremente pelo ambiente, roubando dados, modificando sistemas ou até mesmo configurando backdoors para permitir acesso futuro.
  • Exploits de dia zero: exploits de dia zero são um tipo de ciberataque que tem como alvo vulnerabilidades em softwares e sistemas operacionais populares que o fornecedor não corrigiu para ganhar uma base de apoio no ambiente de TI. Explorações de dia zero são particularmente desafiadoras porque, em muitos casos, o fornecedor do software nem mesmo está ciente da vulnerabilidade, o que significa que os sistemas dos clientes ficam amplamente desprotegidos.
  • Configurações incorretas: assim como em ambientes de TI tradicionais, uma das vulnerabilidades mais comuns baseadas em nuvem são as configurações incorretas. Quando as aplicações não são implementadas corretamente, elas podem criar inadvertidamente um ponto de acesso para os usuários, que pode ser usado para avançar o plano de ataque.
  • Registro e/ou monitoramento insuficiente: no último Relatório Global de Ameaças da CrowdStrike, o tempo médio de fuga de um ciberataque (o período de tempo desde que um invasor obtém acesso e começa a se mover lateralmente pelo ambiente) foi de 62 minutos. Sem capacidades robustas de monitoramento ou gerenciamento de logs, pode levar ainda mais tempo para as empresas perceberem que estão sob ataque, dando aos criminosos eletrônicos a oportunidade de roubar dados, modificar componentes de TI ou planejar códigos maliciosos.

Impacto das vulnerabilidades de aplicações

Vulnerabilidades de aplicações que levam a um ataque ou evento de segurança podem ter consequências sérias para as organizações, incluindo:

  • Perda de dados, informações confidenciais ou propriedade intelectual
  • Interrupção das operações
  • Altos custos de remediação
  • Danos à reputação e perda de confiança do cliente
  • Multas ou penalidades regulatórias
  • Ações judiciais e processos judiciais
  • Diminuição do valor das ações
  • Aumento dos prêmios de seguro
  • Diminuição do moral e da produtividade dos funcionários
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Porter Airlines

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Estratégias de mitigação

Vulnerabilidades de aplicações representam um risco significativo para as empresas. No entanto, há medidas que as organizações podem tomar para reduzir a probabilidade de vulnerabilidades exploráveis e reduzir o impacto de um evento, caso ele ocorra.

Realize auditorias regulares de código e avaliações de vulnerabilidade.

Avaliação de vulnerabilidades é o processo contínuo e regular de definição, identificação, classificação e geração de relatórios de vulnerabilidade cibernética em endpoints, workloads e sistemas. Os principais componentes da avaliação incluem:

  • Manter um inventário atualizado de todos os ativos da nuvem e destacar os mais sensíveis. Realizar uma avaliação de ameaças de todos os códigos e aplicações regularmente.
  • Manter-se atualizado sobre as ameaças e vulnerabilidades mais comuns que podem ter como alvo esses ativos e tomar todas as medidas disponíveis para proteger a organização, como por meio de correções.
  • Garantir que as métricas de segurança sejam claras e intuitivas para que possam medir efetivamente a segurança das aplicações e calcular os riscos.

Incorporar a segurança ao ciclo de vida do desenvolvimento (DevSecOps).

DevSecOps é a prática de integrar a segurança continuamente durante todo o ciclo de vida de desenvolvimento de software e aplicações para garantir segurança ideal e eficiência de desempenho. Os principais componentes do DevSecOps incluem:

  • Realizar uma análise de risco/benefício para determinar a tolerância atual ao risco da organização.
  • Criar uma estratégia de segurança abrangente e integrada que aborde vulnerabilidades existentes e ameaças conhecidas no cenário de segurança.
  • Determinar os controles de segurança necessários para a aplicação.
  • Automatizar tarefas recorrentes dentro do processo de desenvolvimento e teste de segurança.

Desenvolva um sistema eficaz de gerenciamento de correções.

Gerenciamento de correções: o processo de identificação e implementação de atualizações de software, ou “correção”, para uma variedade de endpoints, incluindo computadores, dispositivos móveis e servidores.

Um processo eficaz de gerenciamento de correções considerará os seguintes elementos:

  • Revisão dos lançamentos de correção de segurança.
  • Priorização dos esforços de correção com base na gravidade da vulnerabilidade.
  • Teste da correção de compatibilidade e instalação de múltiplas correções em todos os endpoints afetados.

Investimento em capacidades robustas de resposta a incidentes.

Resposta a incidentes (IR) refere-se às etapas usadas para preparar, detectar, conter e se recuperar de um comprometimento de dados. O planejamento de resposta a incidentes (IR) geralmente inclui os seguintes detalhes:

  • Como a resposta a incidentes (IR) dá suporte à missão geral da organização
  • Abordagem da organização à resposta a incidentes (IR)
  • Atividades exigidas em cada fase da resposta a incidentes (IR)
  • Funções e responsabilidades pela conclusão das atividades de IR
  • Canais de comunicação entre a equipe de resposta a incidentes (IR) e o restante da organização
  • Métricas de avaliação da eficácia das capacidades de IR

Implementação de controles de segurança de aplicações.

Os controles de segurança da aplicação são técnicas que melhoram a segurança da aplicação no nível do código, reduzindo a vulnerabilidade. Alguns controles de segurança de aplicações incluem:

  • Autenticação: confirmar a identidade do usuário antes de conceder acesso a um sistema.
  • Criptografia: converter informações ou dados em código para impedir acesso não autorizado.
  • Criação de registros: examinar a atividade dos usuários para auditar incidentes de atividade suspeita ou ataque.
  • Verificações de validade: garantir que os dados inseridos e processados atendam a critérios específicos.
  • Controles de acesso: limitar o acesso a aplicações com base em endereços IP ou usuários autorizados.

Estabeleça acesso com privilégios mínimos.

O princípio do privilégio mínimo (POLP, na sigla em inglês) é um conceito e prática de segurança de computadores que concede aos usuários direitos de acesso limitados com base nas tarefas necessárias para o trabalho deles. O POLP garante que apenas usuários autorizados, cuja identidade foi verificada, tenham as permissões necessárias para executar trabalhos em determinados sistemas, aplicações, dados e outros ativos.

Como parte da estratégia do POLP, as organizações também devem:

  • Monitorar endpoints e mantenha um diretório de endpoint ativo
  • Realizar uma auditoria de privilégios para monitorar a delegação e a escalada de privilégios
  • Definir o acesso do usuário padrão para privilégios mínimos
  • Separar contas para criar limites rígidos entre contas com privilégios altos e perfis básicos

Ferramentas e tecnologias

Mesmo organizações que adotam uma forte mentalidade DevSecOps ainda podem produzir código com vulnerabilidades. É por isso que é importante aproveitar uma variedade de métodos de teste para encontrar possíveis fraquezas no código-fonte da aplicação que podem ser exploradas por cibercriminosos.

Teste de segurança estática de aplicações (SAST)

O SAST é uma forma de teste de segurança de aplicações que analisa uma variedade de entradas estáticas, incluindo o código-fonte. Ele difere do teste dinâmico porque é executado no início do ciclo de vida do desenvolvimento, e não depois que a aplicação é executada. Isso permite que os desenvolvedores identifiquem e abordem potenciais riscos de segurança antes da implementação, o que pode reduzir a probabilidade de o código conter vulnerabilidades exploráveis.

Teste de segurança dinâmica de aplicações (DAST)

Na outra ponta do espectro de testes está o DAST. DAST é uma forma de “teste de caixa preta”, o que significa que o teste não requer acesso ao código. Em vez disso, a solução interage com a aplicação da mesma forma que um usuário faria, testando interfaces em tempo real para encontrar vulnerabilidades de ambiente de execução.  Conforme observado acima, no DAST, a aplicação é testada depois de ser implementada e enquanto estiver em execução.

Tanto o SAST quanto o DAST são componentes essenciais dentro de uma estratégia abrangente de segurança de aplicações. As organizações devem confiar em ambas as práticas, bem como em algumas das técnicas de mitigação mencionadas acima para reduzir efetivamente o risco de um ataque baseado em aplicação.

Recursos de segurança nativos da nuvem

Outra maneira eficaz de minimizar o risco de vulnerabilidades de aplicações é usar recursos de segurança nativos da nuvem oferecidos pelos principais provedores de nuvem. Esses recursos incluem, mas não estão limitados a monitoramento contínuo, detecção automatizada de ameaças e controles de identidade e acesso.

Ao aproveitar esses recursos e funcionalidades de segurança integrados, as organizações podem:

  • Identificar e mitigar vulnerabilidades de forma mais rápida e eficaz
  • Permitir tempos de resposta mais rápidos e/ou habilitar proteção em tempo real
  • Garantir a conformidade com os padrões e regulamentos da indústria
  • Reduzir a complexidade e os custos associados à segurança de aplicações

Regulamentos, padrões e frameworks

Conforme observado acima, a conformidade é um componente importante da segurança da aplicação. Embora cada organização esteja sujeita a diferentes requisitos regulatórios dependendo de sua localização, setor ou acesso a informações pessoais, muitas organizações têm alguma forma de estratégia de conformidade.

Alguns padrões importantes incluem:

Alguns regulamentos importantes incluem:

Como a adesão impulsiona a segurança

A triste realidade é que o que constitui uma segurança forte pode ser subjetivo. Algumas empresas inevitavelmente cortarão custos, expondo seus clientes, usuários ou pacientes e seus dados a invasores cibernéticos.

Por meio da criação desses e outros padrões, agências governamentais e órgãos reguladores essencialmente criam requisitos claros e rigorosos sobre como as empresas interagem com as pessoas e gerenciam e usam seus dados. Em muitos casos, esses padrões também descrevem as circunstâncias específicas sob as quais uma organização deve divulgar um ataque e as medidas que ela deve tomar como resultado.

Juntos, os elementos fundamentais desses padrões ajudam as organizações a manter uma postura de segurança forte e permanecer ativas na luta contra o ciber crime. Isso pode ajudar a reduzir a probabilidade e a gravidade de um ataque, incluindo aqueles que começam no nível da aplicação.

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Conformidade sem comprometimento

O advento de tecnologias emergentes, como inteligência artificial, análise comportamental, machine learning e mitigação de explorações, está revolucionando a segurança de aplicações em nuvem, ajudando as organizações a se protegerem contra ameaças conhecidas e desconhecidas.

Enquanto ferramentas e sistemas legados usam sequências de caracteres chamadas assinaturas que são associadas a tipos específicos de malware para detectar e prevenir novos ataques de tipos semelhantes, essas novas tecnologias permitem métodos de prevenção mais sofisticados, protegendo a organização das chamadas “ameaças desconhecidas” – ou aquelas sem uma assinatura reconhecível.

Isso é importante porque invasores sofisticados encontraram maneiras de contornar defesas legadas, como aproveitar ataques sem arquivo que usam macros, mecanismos de script, memória, execução, etc., para iniciar ataques.

Previsões sobre a evolução das práticas de segurança na nuvem

O cenário de ameaças está em constante evolução, o que significa que os provedores de serviços de cibersegurança também devem se adaptar para ficar um passo à frente dos adversários. Atualmente, um dos maiores impulsionadores de mudanças no setor é a migração empresarial para a nuvem, o que exige que as empresas adotem novas medidas de segurança específicas para a nuvem, além de refinar processos e protocolos para garantir visibilidade completa, acesso adequado e controles de identidade.

Aqui descrevemos algumas previsões sobre como as práticas de segurança na nuvem evoluirão no futuro imediato:

  1. O avanço da tecnologia permitirá maior automação. Ferramentas habilitadas por IA não apenas fornecerão melhor detecção de ameaças baseadas na nuvem, mas também poderão impulsionar esforços autônomos de resposta e remediação. Esse é uma capacidade essencial, já que os adversários também estão aproveitando a IA para aumentar o volume e a complexidade de suas ameaças, o que, somado aos recursos limitados das equipes de TI, pode levar a resultados catastróficos se não for corrigido.
  2. Uma arquitetura Zero Trust se tornará a norma. Zero Trust é um framework de segurança que exige que todos os usuários, estejam eles dentro ou fora da rede da organização, sejam autenticados, autorizados e validados continuamente quanto à configuração e postura de segurança antes de ter seu acesso a aplicações e dados concedido ou mantido. É muito diferente da segurança de rede tradicional, que segue o método "confiar mas verificar". A integração de IA, ML e análise de comportamento em frameworks Zero Trust pode aumentar ainda mais sua eficácia ao analisar continuamente padrões de acesso e detectar anomalias.
  3. Modelos de segurança descentralizados serão alimentados pela tecnologia blockchain. A tecnologia blockchain, que estabelece um livro-razão transparente e à prova de violação, pode ser usada para registrar eventos de segurança para melhorar a rastreabilidade. Essa descentralização, aliada à computação de ponta, exigirá que as empresas adotem novas estratégias e ferramentas de segurança para proteger a integridade e a confiabilidade dos dados.

Principais considerações para limitar vulnerabilidades de aplicações

Embora as necessidades, os desafios, a tolerância a riscos e os objetivos de cada organização sejam distintos, vários fatores cruciais devem ser levados em consideração ao avaliar soluções de gerenciamento de vulnerabilidades.

Integração

A solução é capaz de se integrar perfeitamente com outras ferramentas no conjunto atual de cibersegurança e infraestrutura de TI?

Ter ferramentas que se integram bem entre si proporciona maior segurança e processos mais eficientes, ajudando as equipes de segurança a se comunicarem efetivamente com os desenvolvedores para acelerar a remediação.

Escalabilidade

Quais são as limitações?

É importante entender se uma solução funcionará em todos os provedores de serviços de nuvem, tipos de implementação e linguagens de programação que uma organização usa.

Custo

Como o preço é calculado?

Os fornecedores variam muito na forma como determinam os preços, por isso é fundamental entender o modelo de preços.

Qual é o custo total de propriedade da ferramenta para uma organização do porte da sua? A solução reduz custos em outras áreas?

Muitos fornecedores oferecem cálculos de ROI que podem ajudar a estabelecer um caso de negócios para adquirir a ferramenta.

Reputação

A ferramenta do fabricante recebeu prêmios do setor ou o reconhecimento de analistas?

As empresas de análise desempenham um papel fundamental no avanço de muitos setores, incluindo a cibersegurança. O reconhecimento de analistas indica que um fornecedor está alinhado com os últimos avanços e as principais necessidades dos clientes.

Além desses fatores, também é importante adotar uma cultura de educação e treinamento contínuos sobre os desafios emergentes e em evolução da segurança na nuvem, incluindo vulnerabilidades de aplicações. As pessoas são a primeira linha de defesa contra ciberameaças e uma força de trabalho informada que exiba comportamentos online saudáveis é essencial para garantir que todo o ambiente de TI esteja seguro.

Recomendamos trabalhar com um fornecedor de cibersegurança respeitável para desenvolver um treinamento interativo e aprofundado que abranja uma ampla gama de tópicos, incluindo aplicações de nuvem. Esses cursos devem ser obrigatórios para todos os funcionários e realizados regularmente para garantir que as pessoas entendam as técnicas de ameaças e riscos mais recentes, como seu comportamento afeta a segurança da organização e o que fazer se e quando encontrarem um evento suspeito.

Dando o próximo passo na segurança de aplicações em nuvem

O cenário de ameaças atual exige que as organizações projetem e implementem uma solução de segurança abrangente que proteja contra uma gama crescente de ameaças e ataques cada vez mais sofisticados no ambiente de nuvem, incluindo aqueles relacionados a aplicações de nuvem. Aqui oferecemos diversas recomendações para que as organizações avaliem e melhorem sua postura atual de segurança na nuvem:

  1. Entenda o adversário. O primeiro passo para proteger a organização é entender quem são seus adversários, o que eles querem e como operam. É importante considerar especificamente como esses adversários operam na nuvem e quais táticas, técnicas e procedimentos (TTPs) eles usam.
  2. Reduza o risco de exposição. A superfície de ataque da organização se expande com cada aplicação ou workload baseada em nuvem que é adicionada. Para reduzir o risco de exposição, as empresas precisam fazer duas coisas:
    1. Melhorar a visibilidade em todo o ambiente de nuvem mantendo um inventário de todos as aplicações, workloads e outros ativos de nuvem
    2. Limitar a superfície de ataque pesquisando e removendo continuamente recursos de nuvem, microsserviços de aplicações e APIs que não são necessários ou estão obsoletos.
  3. Desenvolver e implementar uma política, framework e arquitetura de segurança de aplicações em nuvem. Para muitas organizações, a nuvem é um território novo e requer sua própria estratégia de segurança. As empresas devem desenvolver e implementar políticas, protocolos e procedimentos específicos para a nuvem que garantam a segurança contínua de todos os ativos baseados na nuvem por meio de acesso adequado, gerenciamento de identidade e capacidades de monitoramento contínuo.

Dada a urgência em abordar vulnerabilidades de aplicações para proteção contra ciberameaças em evolução, é fundamental que as organizações ajam de forma rápida e abrangente. O envolvimento de profissionais de cibersegurança é altamente recomendável para aprimorar a segurança de aplicações em nuvem, garantindo defesas robustas contra ataques sofisticados.

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Falcon Cloud Security ASPM

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Jamie Gale é Gerente de Marketing de Produtos com experiência em segurança da nuvem e de aplicações. Antes de ingressar na CrowdStrike por meio da aquisição da Bionic, ela liderou esforços de conteúdo técnico e comunicações executivas para diversas startups e grandes organizações internacionais. Jamie mora em Washington, D.C. e é formada pela Universidade de Mary Washington.