Introdução à investigação de ameaças na nuvem
Com a adoção da nuvem firmemente estabelecida, esse cenário digital tornou-se um pilar da inovação e um alvo cada vez mais atraente para os cibercriminosos. De fato, o Relatório Global de Ameaças 2025 da CrowdStrike revelou um aumento de 26% nas intrusões em ambientes de nuvem em 2024, destacando a necessidade urgente de estratégias de segurança em nuvem mais avançadas e proativas.
A investigação de ameaças na nuvem é o processo proativo de identificar potenciais ciberameaças em ambientes de nuvem antes que elas se transformem em ataques de segurança em grande escala. A investigação de ameaças difere das ferramentas de detecção automatizadas por utilizar especialistas humanos para procurar ativamente anomalias e comportamentos suspeitos, a fim de encontrar ameaças desconhecidas e ocultas que escaparam à detecção. Imagine como um jogo digital de esconde-esconde, no qual analistas altamente qualificados utilizam sua expertise em segurança e ferramentas avançadas para descobrir invasores sigilosos à espreita na nuvem.
Por que a investigação de ameaças na nuvem é importante?
Complexidade da nuvem
Os ambientes em nuvem oferecem escalabilidade e flexibilidade incomparáveis, mas também introduzem desafios de segurança exclusivos que as abordagens tradicionais locais não estão bem preparadas para enfrentar. Na nuvem, não existe um perímetro claro para defender. A complexidade das workloads modernas — como aplicações em containers, microsserviços e sistemas distribuídos — exige novas estratégias para se manter à frente das ameaças em constante evolução.
A constante instabilidade dos ambientes em nuvem pode criar pontos cegos de segurança. Essas lacunas de visibilidade podem fornecer aos adversários esconderijos perfeitos para se infiltrarem e se movimentarem sem serem detectados. É por isso que a investigação ativa por ameaças em seu ambiente de nuvem é tão crucial.
Atores de ameaças conscientes da nuvem
À medida que as organizações expandem os limites da inovação em nuvem, os adversários fazem o mesmo. De acordo com o Relatório Global de Ameaças 2024 da CrowdStrike, os incidentes envolvendo atores de ameaças conscientes da nuvem (pessoas que exploram vulnerabilidades e funcionalidades específicas da nuvem) aumentaram em alarmantes 110% de 2022 para 2023. Esses invasores não estão apenas mirando workloads na nuvem, mas também desenvolvendo métodos sofisticados para manipular as próprias funcionalidades que tornam a nuvem tão poderosa, como escalonamento automático, recursos compartilhados e acesso baseado em identidade.
Essa evolução nas táticas dos invasores ressalta a crescente necessidade de defesas proativas. A investigação de ameaças na nuvem desempenha um papel fundamental no enfrentamento desses desafios, permitindo que as organizações detectem e respondam a ameaças que as ferramentas tradicionais podem não identificar. Ao combinar conhecimento humano com análises avançadas, a investigação de ameaças proporciona a visibilidade e a agilidade necessárias para superar os adversários.
Benefícios da investigação de ameaças na nuvem
Ao adotar uma abordagem proativa na investigação de ameaças na nuvem, as organizações podem identificar riscos ocultos, antecipar-se a invasores sofisticados e construir um ambiente de nuvem mais robusto e resiliente. Isso é importante para garantir:
Visibilidade aprimorada: a segurança eficaz na nuvem começa com a visibilidade de todo o seu ambiente de nuvem, desde workloads e aplicações até possíveis vulnerabilidades. A investigação de ameaças na nuvem proporciona essa visibilidade, permitindo identificar riscos que poderiam permanecer ocultos em meio aos complexos ambientes de nuvem dinâmicos e em constante mudança.
Detecção precoce de ataques sofisticados: os atores de ameaças não estão esperando por um convite, mas sim encontrando maneiras criativas de se infiltrarem nos ambientes de nuvem. Com a investigação de ameaças na nuvem, você pode detectar atividade adversária como movimento lateral ou ataques de dia zero e impedir que os atores de ameaças causem danos graves.
Postura de segurança em nuvem aprimorada: segurança não se trata apenas de reagir; trata-se de evoluir. A investigação de ameaças na nuvem ajuda você a identificar e corrigir vulnerabilidades continuamente — seja um ativo mal configurado, uma possível ameaça interna ou uma técnica de ataque emergente — para que você esteja sempre um passo à frente.
Casos de uso para investigação de ameaças na nuvem
A investigação de ameaças na nuvem pode identificar diversas ameaças que, de outra forma, poderiam passar despercebidas. Alguns casos de uso comuns incluem:
Ameaças internas: detecte comportamentos incomuns de usuários internos que possam estar abusando de seus privilégios de acesso ou agindo de forma maliciosa.
Recursos de nuvem mal configurados: identifique ativos configurados incorretamente — como buckets de armazenamento abertos ou permissões excessivas — que podem expor dados confidenciais a invasores.
Tentativas de elevação de privilégios: identifique invasores que tentam obter permissões elevadas em seu ambiente de nuvem para acessar sistemas ou dados críticos.
Movimento lateral: descubra adversários que se movimentam lateralmente dentro da infraestrutura de nuvem, multinuvem ou híbrida de uma organização para expandir seu alcance e evitar a detecção.
Comportamento anômalo: identifique desvios dos padrões operacionais normais, como transferências de dados inesperadas ou locais de login incomuns, que podem indicar um ataque em andamento.
Ao abordar esses casos de uso, a investigação de ameaças na nuvem capacita as organizações a se manterem à frente das ameaças em constante evolução e a garantir que seus ambientes de nuvem permaneçam seguros.
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Processo de investigação de ameaças
A investigação de ameaças na nuvem é um processo metódico que combina conhecimento especializado, ferramentas de ponta e compreensão da estratégia dos adversários para se antecipar aos potenciais riscos de segurança. Confira a seguir um resumo de como ela funciona:
Planejamento e elaboração de estratégias: tudo começa com uma teoria. Especialistas em segurança desenvolvem hipóteses fundamentadas sobre onde as ameaças podem estar ocultas, com base em dados coletados sobre riscos conhecidos ou padrões suspeitos. Essas hipóteses orientam a investigação e ajudam a guiar os investigadores até as áreas mais vulneráveis que demandam seus esforços.
Coleta de dados e análise: com as hipóteses em mãos, o próximo passo é coletar dados de diversos recursos na nuvem. Isso pode incluir logs, tráfego de rede, atividade do usuário e configurações do sistema. Após a coleta, os dados são analisados em busca de irregularidades ou padrões que possam indicar atividades suspeitas.
Identificação de ameaças: utilizando ferramentas e técnicas especializadas, além de sua própria experiência, o time de threat hunters procura por IOCs (Indicators of Compromise, Indicadores de Comprometimento), ou seja, os rastros digitais de um invasor. Isso pode incluir tentativas de login estranhas, transferências de dados suspeitas ou alterações inesperadas nos recursos da nuvem.
Resposta e remediação: assim que uma ameaça é identificada, é hora de agir. Os especialistas em segurança tomam medidas imediatas para conter a ameaça, neutralizar seu impacto e corrigir quaisquer vulnerabilidades que permitiram sua entrada. Após a remoção da ameaça, as equipes realizam uma análise pós-incidente para aprender com o ocorrido, ajustar as medidas de segurança para corrigir quaisquer falhas e aprimorar sua abordagem para a próxima vez.
Ferramentas e técnicas
A investigação bem-sucedida de ameaças na nuvem depende de uma variedade de ferramentas e técnicas poderosas para detectar, analisar e responder a ameaças. Veja abaixo algumas das ferramentas comuns:
Inteligência de ameaças: para se manter à frente dos adversários, é necessário estar a par das últimas informações. Os feeds de inteligência de ameaças fornecem informações atualizadas sobre ameaças emergentes, métodos de ataque conhecidos e endereços IP comprometidos. Esses dados em tempo real ajudam as equipes de investigação a rastrear novos riscos e ajustar suas estratégias de acordo.
CNAPPs: as CNAPPs são construídas especificamente para proteger arquiteturas nativas em nuvem, como containers e microsserviços. Elas oferecem visibilidade, monitoramento contínuo e proteção para ambientes de nuvem dinâmicos e em constante evolução.
Plataformas de SIEM: as plataformas de SIEM nativas em nuvem são essenciais para agregar e analisar dados de segurança em todo o seu ambiente de nuvem. Elas ajudam a identificar atividades suspeitas correlacionando logs, alertas e eventos.
Práticas recomendadas
A investigação eficaz de ameaças na nuvem é um processo contínuo de refinamento e aprimoramento. Confira abaixo algumas práticas importantes a serem lembradas:
Priorizar as investigações com base no risco
Os esforços de investigação de ameaças devem ser orientados pelo risco, concentrando-se primeiramente nas áreas que teriam o maior impacto na organização caso fossem atacadas. Isso significa identificar ativos críticos, alvos de alto valor e áreas de alto risco dentro do ambiente de nuvem. Ao entender onde os dados sensíveis residem e quais aplicações são essenciais para os negócios, o time de threat hunters pode concentrar seus esforços e reduzir a probabilidade de ignorar riscos importantes.
Melhorar continuamente
A investigação de ameaças é um processo dinâmico. À medida que o ambiente de nuvem e as técnicas de ataque evoluem, a metodologia de investigação de ameaças também deve evoluir. Isso exige a revisão e o aprimoramento regulares de hipóteses, a atualização de modelos de ameaças e a adaptação a novos vetores de ataque. Análises regulares após cada investigação e o aprendizado tanto com as investigações bem-sucedidas quanto com as malsucedidas são essenciais para manter a estratégia atualizada e relevante. Além disso, reservar um tempo específico para a investigação proativa é fundamental. Não se trata apenas de reagir a alertas, mas de procurar ativamente por ameaças potenciais antes que elas surjam.
Aproveitar a automação
O volume e a complexidade dos dados nos ambientes de nuvem tornam a automação indispensável. O time de threat hunters utiliza ferramentas como plataformas de SIEM e CNAPPs para ingerir e analisar grandes conjuntos de dados em escala. Essas plataformas ajudam a acelerar a análise e automatizar tarefas rotineiras, como análise de dados, agregação de logs e identificação de padrões e anomalias que possam indicar uma ameaça potencial. Isso ajuda o time de threat hunters a se concentrar em análises de nível superior, identificando anomalias sutis, indicadores de ataque ocultos e atividades suspeitas que podem não acionar alertas automatizados. A automação acelera o processo de investigação, permitindo que os analistas examinem grandes quantidades de dados de forma rápida e eficiente, ao mesmo tempo que aumenta sua capacidade de identificar ameaças emergentes que, de outra forma, poderiam passar despercebidas.
Colaborar com outras equipes de segurança
A investigação de ameaças não existe isoladamente. Os times de threat hunters na nuvem precisam trabalhar em estreita colaboração com outras equipes da organização, como as de resposta a incidentes, segurança em nuvem e DevOps. Essa colaboração garante que os insights obtidos durante as investigações possam ser integrados em iniciativas de segurança e práticas operacionais mais amplas. Esse trabalho em equipe também pode levar ao desenvolvimento de novas técnicas de detecção ou remediações, já que cada equipe traz uma perspectiva e conhecimento especializado únicos.
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Assista ao vídeo da história do clientePrincipais participantes e habilidades na investigação de ameaças na nuvem
Times de threat hunters e equipes de segurança
O time de threat hunters da nuvem trabalham em estreita colaboração com outros profissionais de segurança para garantir uma defesa abrangente contra ciberameaças. Após identificar possíveis ameaças, os analistas colaboram com diversas equipes para garantir uma remediação rápida e eficaz. Se uma ameaça for confirmada e exigir ação imediata, o time de threat hunters da nuvem pode repassar suas descobertas para as equipes de resposta a incidentes. Essas equipes assumem o controle, executando playbooks predefinidos para conter a ameaça, mitigar os danos e restaurar os serviços. O papel delas é fundamental para responder rapidamente a incidentes e minimizar o tempo de inatividade.
Os analistas de segurança em nuvem também são parceiros fundamentais nesse processo. Assim que um investigador descobre uma ameaça, os analistas de segurança podem examiná-la em detalhes, avaliar seu impacto potencial e trabalhar no aprimoramento dos controles de segurança para evitar incidentes futuros. Isso pode envolver reforço dos controles de acesso, melhoria das práticas de monitoramento ou aprimoramento da segmentação da rede.
Ao colaborar com a equipe de segurança em geral, o time de threat hunters ajuda a garantir que as defesas da organização estejam em constante aprimoramento e sejam adaptáveis às ameaças emergentes. Esse trabalho em equipe constitui a espinha dorsal de uma estratégia proativa de segurança em nuvem.
Habilidades de investigação de ameaças
Para uma investigação de ameaças na nuvem eficaz, é essencial ter um conjunto diversificado de habilidades. Por exemplo, o time de threat hunters deve possuir um sólido conhecimento de arquiteturas e plataformas de nuvem, como AWS, Azure e Google Cloud. O conhecimento em infraestrutura de nuvem e de ambientes híbridos é crucial, já que a natureza dinâmica e escalável da computação em nuvem a torna significativamente mais complexa do que os ambientes locais tradicionais.
Além disso, os times de threat hunters na nuvem devem ser proficientes em análise de ameaças, resposta a incidentes e uso de ferramentas de segurança nativas em nuvem. A capacidade de identificar vulnerabilidades específicas da nuvem e de compreender as complexidades de aplicações conteinerizadas, microsserviços e acesso baseado em identidade é crucial para descobrir ameaças sofisticadas. Os times de threat hunters na nuvem também precisam ser hábeis no uso de ferramentas especializadas, como plataformas de SIEM, CNAPPs e feeds de inteligência de ameaças.
A rápida evolução dos ambientes de nuvem exige que o time de threat hunters aprimore e se adapte continuamente. À medida que os serviços em nuvem e as ferramentas de segurança evoluem, as técnicas utilizadas para investigar ameaças também devem mudar. Isso exige que o time de threat hunters possua uma combinação de conhecimento técnico e paixão pelo aprendizado contínuo.
Desafios nos ambientes multinuvem
A investigação de ameaças em ambientes multinuvem apresenta complexidades únicas que impactam consideravelmente a visibilidade e a detecção. Em ambientes multinuvem, as workloads e os dados são distribuídos entre vários provedores de nuvem, cada um com seus próprios protocolos de segurança, ferramentas e sistemas de gerenciamento. Isso cria lacunas de visibilidade nas quais dados críticos ou atividades suspeitas podem passar despercebidos, especialmente à medida que os ambientes de nuvem escalam dinamicamente.
A investigação de ameaças eficaz em ambientes multinuvem exige habilidades especializadas. O time de threat hunters deve ser hábil em gerenciar e correlacionar dados de diversas plataformas em nuvem, cada uma com suas próprias ferramentas de segurança, APIs e interfaces. Isso significa que os profissionais de segurança precisam de conhecimento profundo em segurança nativa em nuvem, integrações multiplataforma e detecção de ameaças em tempo real em diversos fornecedores. Encontrar profissionais com essa especialização pode ser um desafio, especialmente porque a demanda por especialistas em detecção de ameaças na nuvem continua a aumentar.
A abordagem da CrowdStrike para a investigação de ameaças na nuvem
A CrowdStrike reinventa as operações de segurança com uma plataforma nativa da nuvem, baseada em IA, que oferece proteção de ponta. A plataforma CrowdStrike Falcon® unifica segurança de endpoint, proteção de identidade e segurança em nuvem, sendo ainda aprimorada com inteligência de ameaças de classe mundial e investigação gerenciada de ameaças 24 horas por dia, 7 dias por semana, para deter os adversários. Isso garante que os clientes fiquem protegidos com defesas unificadas e proativas que se adaptam até mesmo aos adversários mais sofisticados.
O CrowdStrike® Falcon Adversary OverWatch™ é um serviço de investigação gerenciada de ameaças que combina análises baseadas em IA, inteligência de ameaças líder do setor e experiência humana incomparável para detectar e interromper proativamente ciberameaças sofisticadas.
Ao aproveitar a visibilidade unificada pioneira do setor em ambientes de nuvem, identidades e endpoints, os especialistas da CrowdStrike operam 24 horas por dia, 7 dias por semana, para investigar ameaças de forma eficaz em todos os domínios, monitorando usuários comprometidos em ataques à nuvem e rastreando o movimento lateral entre endpoints e a nuvem.
Esse time de threat hunters tem acesso a telemetria sem precedentes não apenas do seu ambiente, mas de todos os clientes da CrowdStrike no mundo todo. Essa visibilidade global confere à CrowdStrike a capacidade de identificar padrões e ameaças que nem mesmo as equipes internas mais avançadas conseguem replicar. Os clientes que dependem exclusivamente da investigação de ameaças interna não têm a amplitude e a escala dessa visão coletiva, que é crucial para se manter à frente dos adversários sofisticados de hoje em dia.
O Falcon Adversary OverWatch elimina silos para investigar adversários em qualquer lugar, reduzindo significativamente o custo e a complexidade da investigação de ameaças interna e acelerando os tempos de resposta. E quando a equipe de investigação identifica uma ameaça, ela informa não apenas o cliente afetado, mas também outros clientes que podem estar em risco, fornecendo dados detalhados e orientações de remediação.
O trabalho diligente da equipe Falcon Adversary OverWatch ajuda a reforçar sua postura de segurança e retroalimenta a plataforma Falcon, transformando novas ameaças em ameaças conhecidas. Esse ciclo contínuo aumenta a eficácia geral, fornecendo um framework de segurança que se adapta constantemente às ameaças emergentes, otimizando as capacidades de detecção de ameaças e garantindo que suas defesas evoluam junto com as táticas do adversário.
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